quarta-feira, 29 de maio de 2013

História da Resistência

Nossos Sites: www.itaquaresistencias.com.br www.resistencias.ind.br www.resistenciasitaqua.com.br O percussor a criar e descobrir sobre a resistência elétrica foi Georg Simon Ohm (1787 – 1854), alemão, que era filho de um serralheiro a quem lhe ajudou por muito tempo em sua profissão, principalmente enquanto estudava. Começou primeiramente a sua carreira como professor de matemática, chegando a realizar a publicação de um tratado de Geometria. A partir de 1822 porém, começou a se dedicar de forma fervorosa aos estudos de eletricidade, sendo assim muito entusiasmado pelas descobertas da época. E para ele começou a ser algo fácil pois além de Jorge contar com uma boa cultura matematicamente falando, ele tinha uma excelente habilidade como experimentador e cientista. Onde tudo Começou Esta habilidade sem dúvida alguma veio a se desenvolver quando trabalhava na oficina de seu pai em um acidente. Apesar de sua maior tendência fosse a de encarar a parte matemática dos problemas físicos e ainda as habilidades de experimentador também foi lago muito útil, já que uma pessoa na época que trabalhasse com as mãos e pudesse ver os fenômenos acontecerem, poderão adquirir muito mais recursos de imaginação e também experimentação do que aquelas pessoas que sempre procuravam trabalhar apenas com lápis e papel em mãos. Foco e Empenho Com todo este empenho, Ohm pode estabelecer teoricamente a lei que viria a levar seu nome no ano de 1827. Ele costumava assemelhar a corrente elétrica ao movimento de um líquido em um canal, comparando as diferentes de potencial na corrente e também a diferença de nível no líquido. Com isto um aspecto interessante da lei de Ohm é que se trabalhando em uma época que os fenômenos elétricos eram considerados praticamente obscuros, ao se enunciar esta lei, ele difundiu com toda a clareza que se necessitava naquela época a resistência elétrica de um condutor, exatamente como podemos conceber hoje. Ele foi também responsável por mostrar que a resistências de um condutor é diretamente proporcional ao seu comprimento e ainda inversamente proporcional a área de sua secção transversal. O cientista também pode se dedicar a princípios de ótica e acústica, porém nestes ramos não realizou trabalhos que fossem tão significativos como os seus trabalhos nas áreas de eletricidade. Princípios da lei de OHM A corrente elétrica, é a carga em equilíbrio nos condutores. Porém são muito importantes os vários fenômenos que as cargas elétricas se deslocam no interior dos condutores, se chamando a assim de corrente elétrica a carga elétrica que é considerada em movimento.lei-de-ohm1 Para que a carga elétrica possa se deslocar entre dois pontos de um condutor específico, é necessária que exista entre dois pontos uma diferença em potencial. E para isto existem diversos dispositivos que produzem este tipo de diferença de potencial, são os chamados geradores. Vamos supor, por exemplo, que dois pedaços de metal diferentes, sejam mergulhados em uma solução de ácido sulfúrico e água por exemplo. Ao se unir os dois pedaços de metal por um condutor, irá circular cargas elétricas através deste tipo de condutor e ainda de sua solução. Este conjunto dos dois pedaços de metal com a solução é o chamado gerador, pois produz uma diferença de potencial entre os extremos deste condutor. Esse gerador ainda é chamado de pilha hidroelétrica ou mesmo pilha. Podemos ilustrar também outro exemplo, vamos supor que um imã com a forma de uma ferradura. Se acaso entre dois pólos do imã se fizer girar um condutor fechado, por esse condutor irá circular uma carga elétrica, este é o tipo de gerador chamado gerador mecânico ou também dínamo. Entenda a Lei OHM formula-lei-ohmPara conhecer bem a lei de OHM vamos ilustrar um exemplo, consideramos dois pontos, A e B sendo que cada um deles são duas secções transversais em um condutor metálico, e eles forem respectivamente Va e Vb os seus potenciais e I a intensidade da corrente. Supondo que entre as duas correntes não exista um gerador, os processos das correntes irão mudar, mudando a diferença de potencial o que irá mudar também a intensidade da corrente. No ano de 1827 foi demonstrada a lei que leva o nome de Lei de Ohm para o mesmo trecho do condutor, que foi mantido a uma temperatura constante e o quociente da diferença de potencial entre os extremos pela intensidade de sua corrente correspondente. A Lei de Ohm deverá ser válida para todos os condutores de primeira e de segunda classe. Porém os mais importantes são os de primeira classe, pois são metálicos e exclusivamente utilizados por comodidade, a lei de Ohm é considerada a lei fundamental da Eletrodinâmica sendo que a partir disto todas as outras leis de resistência ficam partidas através dela. Em uma definição mais simplificada a resistência elétrica, de um condutor ao quociente da diferença de potencial entre seus extremos pela intensidade da corrente elétrica correspondente é a chamada lei de Ohm. A lei de Ohm e os mecanismos da corrente elétrica A lei de Ohm interfere diretamente em todos os mecanismos da corrente elétrica, e para que exista corrente elétrica em um gerador, é preciso que exista movimento de íons ou de elétrons neste condutor, para que eles possam ficar sujeitos á forças. E para que eles possam ficar sujeitos a esta força é necessário que exista um campo elétrico. Vale pensar que apesar de os corpos serem formados de um número bastante grande de partículas eletrizadas, a distribuição destas partículas nos átomos faz com que os campos resultantes sejam nulos a partir do condutor. Se acaso um fio metálico tiver um campo elétrico nulo. O condutor por si só não irá produzir um campo elétrico em seu interior, por este motivo não possui a produção de movimentos de íons, independente de ser um condutor sólido, líquido ou mesmo gasoso. Para que possa aparecer um campo no interior de um condutor é preciso que ele seja ligado em um dispositivo que é o chamado gerador. Este gerador faz com que apareça o interior do condutor em um campo elétrico, com isto os ions positivos ficam sujeitos a uma força de mesmo sentido, e os ions negativos ficam sujeitos a forças que vem de sentido oposto. Desta forma é possível se haver movimento de íons positivos em um sentido e de íons negativos em outro sentido.